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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016
Album de Sabedoria

Aprendendo com os erros

O mestre, conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.

O aprendiz blasfema, levanta-se e cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre.

Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.

-Você não me ensinou nada hoje- diz o aprendiz, levando mais um tombo.

-Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando ensinar-te como se lida com os erros da vida.

-E como lidar com eles?

– Como deveria lidar com seus tombos- respondeu o mestre- Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.

publicado por Alegria às 21:04
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Sábado, 23 de Janeiro de 2016
Album de Sabedoria

A Arte do Silêncio

 

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.

Algum tempo depois, descobriram que era inocente.

O rapaz foi solto e, após muito sofrimento e humilhação, processou o vizinho.

No tribunal, o vizinho disse ao juiz:

– Comentários não causam tanto mal…

E o juiz respondeu:

– Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel.

Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença!

O vizinho obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:

– Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!

– Não posso fazer isso, meritíssimo! – respondeu o homem.

O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:

– “Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.”

 

Aprendendo a conversar com Deus

 

Da tradição Sufi

Nasrudin, certa vez, estava sem um burrico que o ajudasse em seus afazeres.

Desesperado, sem ter meios de encontrar um, começou a orar, pedindo a Deus que lhe enviasse um burrico. Rezou por algum tempo e, certo dia, ao andar por uma estrada, deparou-se com um homem montado num burrico e atrás estava um outro burrico mais jovem.

Nasrudin aproximou-se do homem e este lhe disse:

– Mas que vergonha, eu estou trazendo um burrico de tão longe, estamos todos esgotados, e aqui está este homem descansado, sem fazer nada!

E ameaçando-o com uma espada, completou:

– Vamos! Coloque o burrico nas suas costas e venha comigo até a próxima cidade!’

Nasrudin, com medo não disse nada, simplesmente colocou o burrico em suas costas e seguiu o homem. Andaram por várias horas e Nasrudin estava exausto de tanto peso. Ao entardecer, chegaram na cidade mais próxima e o homem simplesmente fez Nasrudin descer o burrico das suas costas e seguiu adiante, sem sequer agradecer.

Nasrudin ergueu os seus olhos para o céu e disse:

– Está bem, Deus. Aprendi a minha lição. Na próxima vez serei mais específico…

publicado por Alegria às 21:17
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016
Album de Sabedoria

As estações do ano

Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.

O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto e mais jovem, no Outono.

Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.

O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.

O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.

O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele tinha visto.

O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…

O homem, então, explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…

Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida, podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas.

Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono.

Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.

publicado por Alegria às 20:48
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2016
Album de Sabedoria

A colher e o oceano

 

Conta-se que um dia, Aristóteles caminhava pela praia, perto do mar, quando viu um homem trazendo água do mar numa colher e jogando-a num pequeno buraco que havia cavado na areia. Aristóteles estava às voltas com seus próprios problemas. Não deu muita importância ao fato – uma vez, duas, chegou mais perto e ficou olhando para o homem, mas este estava tão absorto que Aristóteles ficou curioso: “O que está fazendo?” Era difícil de acreditar; o homem estava completamente absorto. Ia até o mar, enchia a colher, trazia água, colocava-a no buraco, voltava para o mar…

Por fim, Aristóteles disse: “Espere! Não quero perturbá-lo, mas o que você está fazendo? Está me deixando tremendamente curioso.”

O homem disse: “Vou colocar todo o oceano neste buraco.”

Aristóteles riu. Disse: “Você é um tolo! Isso não vai acontecer. Você é simplesmente louco e está perdendo sua vida! Olhe a vastidão do oceano e a pequenez do seu buraco – e com uma colherzinha você pretende trazer o oceano para este buraco? Está simplesmente louco! Vá para casa e descanse um pouco.”

O homem riu ainda mais alto que Aristóteles e disse: “Sim, irei, pois meu trabalho está feito”.

Aristóteles disse: “O que você quer dizer com isso?”

Ele respondeu: “O mesmo que você – só que sua tolice é ainda maior. Olhe para sua cabeça: ela é menor que o meu buraco. E olhe para o Divino, para a Existência: é muito mais vasta do que o oceano. E sua lógica, será que é maior que minha colher?”

E o homem se foi, às gargalhadas.

publicado por Alegria às 21:22
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2016
Provébios e Adivinhas

Provérbios

Mais fácil é o burro perguntar do que o sábio responder.

Mais fere a palavra do que a espada.

Mais homens se afogam num copo do que no mar.

 

Janeiro fora, cresce uma hora.

Janeiro geoso e Fevereiro chuvoso fazem o ano formoso.

Janeiro molhado, se não cria o pão, cria o gado.

Janeiro molhado, se não é bom para o pão, não é mau para o gado.

 

Janeiro quente, traz o diabo no ventre

 

Adivinhas

 

"No monte nasce,

no monte se cria,

chega a casa

com a tia."

Solução: Urze

 

"Sou velha, ninguém o nega,

foi-se a minha mocidade,

mas ainda desta idade

Deus de filhos me carrega.

O Inverno me faz cega,

olhos me abre o Verão,

tenho um filho por brasão,

que é muito forte e valente,

faz perder a muita gente,

honra, brio e distinção."

Solução: Videira

 

"Que é, que é,

que nasce nuns pauzinhos,

redondinho como bugalhinhos

e é tão aternegado

que até aos pés é calcado?"

Solução: Uva

Passe o cursor a seguir à palavra solução

publicado por Alegria às 10:46
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Sábado, 2 de Janeiro de 2016
Proverbios e Adivinhas

Provérbios

A corda sempre arrebenta pelo lado mais fraco

A culpa morreu solteira

 

A esperança é a última a morrer

Falar é fácil, fazer é que é difícil.

Falar sem pensar é atirar sem apontar.

 

 

Fala-se no diabo e aparece-lhe o rabo.

 

Adivinhas

Quem a não fez ainda a tem

Se a faz, deixa de a ter,

Quem a tem queixa.se dela

Quem a não tem quere-a ter.

Solução: A barba

 

"Um poço de ferro,

com valado de linho,

toca-lhe, toca-lhe,

com um pauzinho."

Solução: A torcida de candeeiro

 

 

"Em uma torre de metal

sem janela ou porta aberta.

Estava uma dama esperta

por nosso bem e seu mal,

quase toda descoberta.

Com tormentos pouca dura,

alegre formosa e bela,

dá gosto e dá pena vê-la;

que morrer com formosura,

quer mais que viver sem ela."

Solução: Castiçal e vela

publicado por Alegria às 19:00
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