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Terça-feira, 7 de Abril de 2015
Momento de poesia

Como está sereno o Céu

 

Como está sereno o céu,

como sobe mansamente

a Lua resplandecente

e esclarece este jardim!

 

Os ventos adormeceram;

das frescas águas do rio

interrompe o murmúrio

de longe o som de um clarim.

 

Acordam minhas ideias,

que abrangem a Natureza;

e esta nocturna beleza

vem meu estro incendiar.

 

Mas, se à lira lanço a mão,

apagadas esperanças

me apontam cruéis lembranças,

e choro em vez de cantar.

 

Marquesa de Alorna, in 'Antologia Poética'

 

publicado por Alegria às 12:22
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Sábado, 4 de Abril de 2015
Para meditar

 

 

Pagando o preço devido   


Nuxivan  havia reunido seus amigos para jantar, e estava cozinhando um suculento pedaço de carne. De repente, percebeu que o sal havia terminado.  Nixivan chamou o seu filho: - Vai até a aldeia, e compre o sal. Mas pague um preço justo por ele: nem mais caro, nem mais barato.  O filho ficou surpreso: - Compreendo que não deva pagar mais caro, papai. Mas, se puder barganhar um pouco, por que não economizar algum dinheiro? -  Numa cidade grande, isto é aconselhável. Mas, numa cidade pequena como a nossa, toda a  aldeia perecerá. Quando os convidados, que tinham assistido a conversa, quiseram saber porque não se devia comprar o sal mais barato, Nixivan respondeu: - Quem vender o sal abaixo do preço, deve estar agindo assim porque precisa desesperadamente de dinheiro. Quem se aproveitar desta situação, estará mostrando desrespeito pelo suor e pela luta de um homem que trabalhou para produzir algo.  - Mas isso é muito pouco para que uma aldeia seja destruída. - Também, no início do mundo, a injustiça era pequena. Mas cada um que veio depois terminou acrescentando algo, sempre achando que não tinha muita importância, e vejam onde terminamos chegando hoje.  

publicado por Alegria às 16:28
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Para meditar

 

 
Reconstruindo o mundo 


O pai estava tentando ler o jornal, mas o filho pequeno não parava de perturbalo. Já cansado com aquilo, arrancou uma folha – que mostrava o mapa do mundo – cortou-a em varios pedaços, e entregou-a ao filho. - Pronto, aí tem algo para você fazer. Eu acabo de lhe dar um mapa do mundo, e quero ver se você consegue monta-lo exatemente como é.  Voltou a ler seu jornal, sabendo que aquilo ia manter o menino ocupado pelo resto do dia. Quinze minutos depois, porém,  o garoto voltou com o mapa. - Sua mãe andou lhe ensinando geografia? – perguntou o pai, aturdido.  - Nem sei o que é isso – respondeu o menino. – Acontece que, do outro lado da folha, estava o retrato de um homem. E, uma vez que eu consegui reconstruir o homem, eu também reconstruí o mundo

publicado por Alegria às 16:19
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